Archive for 'Poesia'
Megaton
Posted on 27. jul, 2010 by Fábio Bioca.
Ficção sobre o contato com a luz. Uma luz tão intensa quanto suave a ponto de emanar sobre a realidade escura.
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Catatonia
Posted on 08. jul, 2010 by Fábio Bioca.
Os momentos solitários oprimem. Neste caso, versos carregados de fatalismo sobrepõe-se até o vazio, no fim.
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Solitude
Posted on 08. jul, 2010 by Fábio Bioca.
Uma rima simples sobre a dependência da presença de quem se ama.
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Croupier
Posted on 30. mai, 2010 by Fábio Bioca.
A incapacidade de viver sem alguém e a inexistência dos antigos planos individuais como saídas de emergência são palcos para a rendição e a ruína, como nas aveludadas tablas de um cassino onde se é possível perder tudo o que se tem e o que não se tem.
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Cheque-mate
Posted on 30. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Uma descrição íntima da visão dos últimos momentos de quem foi tão dono de si e sucumbiu na própria ingenuidade, diante de uma paixão avassaladora apenas para si e sem importância para quem foi amada.
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Chá das cinco
Posted on 30. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Uma mistura de lembranças de lugares da infância e um amor que nunca existiu. Talvez uma saudade de um futuro improvável que aconteceu em uma das viagens a lugar nenhum.
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Insuficiência
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Uma conversa no instant messenger me inspirou a escrever isto. Quando escrevi a última palavra, copiei e colei. A única coisa que acrescentei foi o título e a revisão da pontuação. Traduz muito de mim mesmo, apesar de nuances da minha auto-imagem, provavelmente deturpada pelos meus interesses mesquinhos.
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Naipe
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Uma emanação de um poder muito maior do que se possa compreender e controlar. Algo definitivamente divino, capaz de alcançar e transformar a realidade de alguém. “A sua voz é como o som de muitas águas…”
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Megera Cólera
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Agonizante inconstância entre a repulsa e a saudade de um amor que deixou marcas profundas. Daqueles que são capazes de arrancar as crueldades mais verdadeiras e as mentiras mais doces dos lábios viciados de quem depende dos beijos de quem se ama.
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Irreversão
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Terceira poesia que fecha a trilogia com “Cárcere” e “Submersão”. Depois do crime e da agonia, o encontro com o próprio fim equilibra o senso de justiça, ainda que seja um valor tão particular quanto duvidoso.
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Submersão
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Segunda poesia da trilogia que se complementa por “Cárcere” anteriormente e por “Irreversão”, que fecha a saga. Trata do fim de um apaixonado inconsequente que se afoga na própria busca do inaceitável, improvável e inesperado prazer de amar, sem preservar sequer a própria vida.
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Cárcere
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Primeira poesia de uma trilogia, Cárcere se complementará com Submersão e Irreversão, num intervalo de 7 anos. A situação descrita aqui, deflagra o abandono da vida ingênua e absolutamente moral. Tudo em troca do desconhecido mundo do crime passional. Felizmente não houve mortes, nem agressões se concretizaram.
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Infração
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Cena pública de alguém que flagra um olhar interessado durante uma pausa em um semáforo, contada pelo observador.
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Placebo
Posted on 12. fev, 2010 by Fábio Bioca.
Uma ode sobre a saudade e a suficiência do colo de quem se quer.
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Desengano
Posted on 20. jan, 2010 by Fábio Bioca.
A abstinência da presença de quem se deseja deteriora, como uma hemorragia ou como a ação das intempéries implacáveis que se tornam mais agudas pelo passar do tempo.
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Sismo
Posted on 19. jan, 2010 by Fábio Bioca.
Um lamento dedicado aos haitianos que enfrentam o caos após o terremoto de janeiro de 2010.
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Censura
Posted on 18. jan, 2010 by Fábio Bioca.
A velha guerra entre o racional e o emocional em um dos capítulos cruéis e sangrentos. Um protesto franco de quem, apaixonado, vê o tempo escoar enquanto a batalha é travada no próprio peito.
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Flerte
Posted on 03. dez, 2009 by Fábio Bioca.
A inquietação de alguém que momentos atrás trocou olhares fixos até se transformarem em sorrisos soltos e boas lembranças.

