Presença

Posted on 23. nov, 2009 by Fábio Bioca in Poesia

Em uma falha do tempo sinto tua sombra deslizando nas minhas câmaras mais profundas.
O meu suor brota dos poros perfumando tua presença. Sinto um arrepio seguido do calor das tuas mãos sobre meus ombros. O teu fôlego escorre sobre a minha cabeça possuindo todo o meu ânimo em um abraço como se quebrasse todos os meus ossos. Fecho os olhos
e me entrego totalmente ao teu colo. Sinto-me mais leve que qualquer dimensão.
Sou alma arrebatada, evaporada e transformada em grande tempestade.
Posso andar sobre os raios e trovões e sentir o vento sussurrando teu nome,
como um coral em meus ouvidos.
Meu coração se desmancha e as lágrimas se me desprendem num salto majestoso até a terra.
Ouço toda a criação chorando a saudade de sermos indivisíveis…
Meu sangue pulsa em intervalos freqüentes como ondas quebrando no tremor da areia.
Meus pensamentos voam velozes entrelaçando-se aos teus dedos. Ouço teu riso e rio solto.
Meu peito treme ao passar por mim um turbilhão de águas mornas cristalinas.
Desfaleço dizendo o quanto te amo…

Em uma falha do tempo sinto tua sombra deslizando nas minhas câmaras mais profundas.

O meu suor brota dos poros perfumando tua presença. Sinto um arrepio seguido do calor das tuas mãos sobre meus ombros. O teu fôlego escorre sobre a minha cabeça possuindo todo o meu ânimo em um abraço como se quebrasse todos os meus ossos. Fecho os olhos e me entrego totalmente ao teu colo. Sinto-me mais leve que qualquer dimensão.

Sou alma arrebatada, evaporada e transformada em grande tempestade.

Posso andar sobre os raios e trovões e sentir o vento sussurrando teu nome, como um coral em meus ouvidos.

Meu coração se desmancha e as lágrimas se me desprendem num salto majestoso até a terra.

Ouço toda a criação chorando a saudade de sermos quase indivisíveis…

Meu sangue pulsa em intervalos freqüentes como ondas quebrando no tremor da areia.

Meus pensamentos voam velozes entrelaçando-se aos teus dedos. Ouço teu riso e rio solto.

Meu peito treme ao passar por mim um turbilhão de águas mornas cristalinas.

Desfaleço dizendo o quanto te amo…

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