É tão estranho falar do amor porque, na vardade, sei lá se ele existe mesmo. Talvez, cada um sinta uma coisa completamente diferente e, para justificarmos nosso desvairio, aceitemos que esses absurdos adotem tal pseudônimo. De qualquer modo, cada um tem o seu amor, a seu modo, número e intensidade próprios. Isso é tão incerto quanto as cores. Quem disse que o roxo que você vê é o mesmo que eu vejo? Assim, insistimos em testemunhar a existência do amor, com nossas pupilas dilatadas, batimentos cardíacos acelerados e com uma convicção digna de nos deixar com a tal “cara de trouxa”.
Lica Marques
21. jan, 2010
Sempre pensei no amor só como uma flor roxa…
Jeanine
21. jan, 2010
… q nasce no coração dos trouxas! rs
Fábio Bioca
22. jan, 2010
É tão estranho falar do amor porque, na vardade, sei lá se ele existe mesmo. Talvez, cada um sinta uma coisa completamente diferente e, para justificarmos nosso desvairio, aceitemos que esses absurdos adotem tal pseudônimo. De qualquer modo, cada um tem o seu amor, a seu modo, número e intensidade próprios. Isso é tão incerto quanto as cores. Quem disse que o roxo que você vê é o mesmo que eu vejo? Assim, insistimos em testemunhar a existência do amor, com nossas pupilas dilatadas, batimentos cardíacos acelerados e com uma convicção digna de nos deixar com a tal “cara de trouxa”.