O amor

Posted on 21. jan, 2010 by Fábio Bioca in Poesia

Não se repete,
não se corrompe,
não se corrói
nem se reflete.

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3 Responses to “O amor”

  1. Lica Marques

    21. jan, 2010

    Sempre pensei no amor só como uma flor roxa…

  2. Jeanine

    21. jan, 2010

    … q nasce no coração dos trouxas! rs

  3. Fábio Bioca

    22. jan, 2010

    É tão estranho falar do amor porque, na vardade, sei lá se ele existe mesmo. Talvez, cada um sinta uma coisa completamente diferente e, para justificarmos nosso desvairio, aceitemos que esses absurdos adotem tal pseudônimo. De qualquer modo, cada um tem o seu amor, a seu modo, número e intensidade próprios. Isso é tão incerto quanto as cores. Quem disse que o roxo que você vê é o mesmo que eu vejo? Assim, insistimos em testemunhar a existência do amor, com nossas pupilas dilatadas, batimentos cardíacos acelerados e com uma convicção digna de nos deixar com a tal “cara de trouxa”.

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