Tag Archives: agonia
Catatonia
Posted on 08. jul, 2010 by Fábio Bioca.
Os momentos solitários oprimem. Neste caso, versos carregados de fatalismo sobrepõe-se até o vazio, no fim.
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Solitude
Posted on 08. jul, 2010 by Fábio Bioca.
Uma rima simples sobre a dependência da presença de quem se ama.
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Ciranda
Posted on 04. jun, 2010 by Fábio Bioca.
Um desabafo quanto à falta de amigos verdadeiros. Uma viagem ao lugar onde a Amizade e a Solidão mais gostam de brincar.
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Cheque-mate
Posted on 30. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Uma descrição íntima da visão dos últimos momentos de quem foi tão dono de si e sucumbiu na própria ingenuidade, diante de uma paixão avassaladora apenas para si e sem importância para quem foi amada.
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Megera Cólera
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Agonizante inconstância entre a repulsa e a saudade de um amor que deixou marcas profundas. Daqueles que são capazes de arrancar as crueldades mais verdadeiras e as mentiras mais doces dos lábios viciados de quem depende dos beijos de quem se ama.
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Irreversão
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Terceira poesia que fecha a trilogia com “Cárcere” e “Submersão”. Depois do crime e da agonia, o encontro com o próprio fim equilibra o senso de justiça, ainda que seja um valor tão particular quanto duvidoso.
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Submersão
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Segunda poesia da trilogia que se complementa por “Cárcere” anteriormente e por “Irreversão”, que fecha a saga. Trata do fim de um apaixonado inconsequente que se afoga na própria busca do inaceitável, improvável e inesperado prazer de amar, sem preservar sequer a própria vida.
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Cárcere
Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.
Primeira poesia de uma trilogia, Cárcere se complementará com Submersão e Irreversão, num intervalo de 7 anos. A situação descrita aqui, deflagra o abandono da vida ingênua e absolutamente moral. Tudo em troca do desconhecido mundo do crime passional. Felizmente não houve mortes, nem agressões se concretizaram.
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Placebo
Posted on 12. fev, 2010 by Fábio Bioca.
Uma ode sobre a saudade e a suficiência do colo de quem se quer.
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Desengano
Posted on 20. jan, 2010 by Fábio Bioca.
A abstinência da presença de quem se deseja deteriora, como uma hemorragia ou como a ação das intempéries implacáveis que se tornam mais agudas pelo passar do tempo.
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Sismo
Posted on 19. jan, 2010 by Fábio Bioca.
Um lamento dedicado aos haitianos que enfrentam o caos após o terremoto de janeiro de 2010.
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Censura
Posted on 18. jan, 2010 by Fábio Bioca.
A velha guerra entre o racional e o emocional em um dos capítulos cruéis e sangrentos. Um protesto franco de quem, apaixonado, vê o tempo escoar enquanto a batalha é travada no próprio peito.
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Ressaca alviverde
Posted on 07. dez, 2009 by Fábio Bioca.
Indignação pela falta de caráter dos cartolas do futebol, que matam gente inocente e incitam a massa às atrocidades que se viram no fatídico domingo do rebaixamento do Coritiba à segunda divisão, no desfecho do ano do seu centenário.
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Fantasticaos
Posted on 30. nov, 2009 by Fábio Bioca.
Uma visão tardia da inevitável fragilidade humana ante a incapacidade de não entregar-se a uma paixão.
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Colisão
Posted on 18. nov, 2009 by Fábio Bioca.
Um genuíno pedido de perdão. Sem máscaras, sem segundas intenções, apenas a dura realidade do erro e da culpa.
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Ocasional
Posted on 16. nov, 2009 by Fábio Bioca.
Um aflito pedido de trégua a quem se ama. Um convite a colocar as cartas sobre a mesa e assumir os sentimentos mais francos, sem reservas.
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Foz
Posted on 12. nov, 2009 by Fábio Bioca.
O choro de uma noite solitária e o transtorno de querer alguém que não corresponde tamanha admiração.
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Salmo 2
Posted on 09. nov, 2009 by Fábio Bioca.
Desabafo em um dos momentos mais críticos da vida, quando a solidão assolou meus dias e noites.
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Proscrito
Posted on 01. nov, 2009 by Fábio Bioca.
Poema que trata de uma desilusão de alguém que definitivamente deu adeus à pessoa que amou.

